Aprendemos da psicanálise e da semiologia que as marcas "marcam" nosso mundo. Elas criam universos simbólicos e nos propõem entrar neles através dos seus produtos.
Mas em algumas situações, por mais que as imagens conquistem a mente do consumidor, elas não conseguem atingir seu comportamento.
Assim, hoje devemos analisar os consumidores e entender tentando estabelecer se existe diferença entre os elementos psicológicos como as imagens, e as intenções que elas geram (o que se diz) e os comportamentos efetivos (o que se faz).
Dizemos que uma marca é forte quando, além de um bom awareness e empatia, ela consegue gerar um comportamento objetivo: a sua compra e a não-substituição por outra. De fato, deve-se investigar:
- O que a faz forte na hora da compra.
- Em que segmentos se evidencia a maior necessidade de marca e em quais outros o mesmo comprador abre mão delas.
- Quais são as marcas ou as ações da concorrência que a desestabilizam.
- Quais os critérios que determinam a compra quando não se procura uma marca.
- Que públicos manifestam os diferentes comportamentos (de procura ou não procura de marca).
A Chetochine desenvolveu, nas pesquisas e em Consultoria, a escuta do inconsciente e a análise das ideologias e a detecção de novos comportamentos de compra e de consumo.
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