XX de julho de 2008 |
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O gerenciamento do tempo de compra |
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O consumidor mudou, se infantilizou, perdeu a capacidade de espera, a tolerância da realidade. Se anos atrás o consumidor ficava feliz por encontrar um produto, se não percebia o tempo que precisava para deslocar-se até um hipermercado e se sentia feliz por dispor de inúmeros SKUs na mesma prateleira, hoje se rebela contra tudo isso. Não é à toa que os pequenos formatos crescem em mercados tão diferentes como a Europa e o Brasil. Os bons PDV conhecem bem a necessidade de analisar como o shopper compra, para adequar o layout, o merchandising e o ambiente em geral à dupla necessidade de satisfazer os clientes e de vender mais. Mas, hoje, esta necessidade se torna uma oportunidade de diferenciação, dentro de uma política geral anti-frustração. Faz mais de 30 anos que a Chetochine trabalha para resolver este tipo de desafios, aplicando metodologias de pesquisa por ela desenvolvida. Georges Chetochine foi o criador das pesquisas no PDV na década de 1970, realizando as primeiras junto aos seus alunos da Universidade de Paris IX Dauphine - e mediante seminários de capacitação dirigidas a executivos varejistas e de trade marketing. Os novos modelos para a análise das pesquisas e para o planejamento das ações de marketing no PDV estão desenvolvidos em vários livros do Chetochine, como o Marketing Estratégico da Distribuição (clique aqui para fazer o download gratuito deste livro), O Blues do Consumidor, Que Distribuição para o 2020? e outros. Merchandising anti-frustração
Nos PDV Sephora, os álcoois, que são planejados, estão ordenados nas laterais, para promover a circulação; e, por serem decididos, ordenados alfabeticamente por marca.
Esta ambientação evita o efeito de aterrissagem negativo que normalmente acontece quando o consumidor, que, movido pelo desejo de renovação e aconchego, decide pintar a casa e enfrenta uma oferta onde o que prevalece são as variáveis tecnológicas (tipo de tinta, acabamento, rendimento, etc.). O privilégio de elementos do cotidiano que refletem o que o shopper foi procurar (uma cor, uma textura, uma solução) e não do produto frio (latas de tintas) permite que as sensações que motivam a compra não se interrompam, promovendo a maior exploração e aproximação com a categoria. |
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